Ah, o beijo...não seria o dia e sim a noite do beijo.
Hoje, serei a borboleta a pousar nos teus lábios.
Sou a sua abelha e, você, o meu zangão.
Colha todo o mel de amor que te convida no calor dos meu beijos!
Nada mais existe quando nossos lábios se encontram.
O mundo para e acompanha este momento único e doce de nós dois.
Beije-me com vontade! Beije-me a alma!
Puxe o meu cabelo e fale vergonhas em meu ouvido!
Nossos lábios juntos tem sabor mais gostoso que chocolate.
Línguas loucas e misturadas nessa explosão de desejo.
Hoje é dia de te dar um beijo daqueles que te causam deliciosos arrepios.
Estou com sede da sua saliva.
Serei somente a sua abelha rainha e quero provar destes lábios altamente provocantes.
A minha língua será a sua distração mais gostosa na calada da noite.
Esse nosso beijo que mescla o carinho e o atrevimento.
Quente e tentador não passam de apelidos para o que a sua boca faz comigo na vida real.
Beijo sedutor, esse que é somente um passaporte para me levar aos seus outros deliciosos segredos...boca que cala a minha boca.
Esse beijo que me tira do chão...essas mordidas que me remetem às noites mais lindas de paixão...
segunda-feira, 13 de abril de 2015
terça-feira, 7 de abril de 2015
Poema de Saudade
Um dia de chuva assombra na saudade.
A saudade que invade sem pedir licença.
A saudade que rasga a alma e dilacera o coração.
Ah, saudade...essa saudade que insiste em ficar.
Saudade que não quero aqui.
Saudade que não é amiga.
Saudade dolorida.
A saudade que evito.
A saudade que consome.
A saudade que chama por nomes.
A saudade que mata a minha fome.
A saudade que vira a cabeça.
A saudade que me tortura como uma presa.
Saudade, não continue aqui!
Essa saudade nua e crua.
A saudade que aparece nos dias de chuva.
A saudade que invade sem pedir licença.
A saudade que rasga a alma e dilacera o coração.
Ah, saudade...essa saudade que insiste em ficar.
Saudade que não quero aqui.
Saudade que não é amiga.
Saudade dolorida.
A saudade que evito. A saudade que consome.
A saudade que chama por nomes.
A saudade que mata a minha fome.
A saudade que vira a cabeça.
A saudade que me tortura como uma presa.
Saudade, não continue aqui!
Essa saudade nua e crua.
A saudade que aparece nos dias de chuva.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Sentimentos de Outono
A brisa de outono chegou de mansinho com esse aroma de terra molhada, após dias de chuva.
Brisa fresca, que beija o meu corpo,
cubra-me de emoções lindas e únicas,
aquelas que estão além do meu horizonte!
A brisa traz o cheiro do mar que aguça os meus sentidos e instintos.
Essa brisa, em meu rosto, fala comigo neste momento.
É uma verdadeira fonte de água pura e cristalina a banhar a minha alma.
Purifica a minha alma e me inunda de amor.
Felizes os que se banham de amor todos os dias.
Molhar-se em beijos e sussurros como ritual diário.
Todos merecem essa rotina de bem querer.
Nada é mais gostoso que se queimar ao sol da paixão.
Esse fogo provoca os mais repentinos e intensos arrepios.
O outono traz desejos e sentimentos.
Trouxe uma chuva de inspirações que vagueiam em meu coração.
Despertou ainda mais a minha ânsia de viver e amar.
Que essa chuva de amor se faça presente em nossas vidas, não apenas no outono,
mas durante todas as estações!
Brisa fresca, que beija o meu corpo,
cubra-me de emoções lindas e únicas,
aquelas que estão além do meu horizonte!
A brisa traz o cheiro do mar que aguça os meus sentidos e instintos.
Essa brisa, em meu rosto, fala comigo neste momento.
É uma verdadeira fonte de água pura e cristalina a banhar a minha alma.
Purifica a minha alma e me inunda de amor.Felizes os que se banham de amor todos os dias.
Molhar-se em beijos e sussurros como ritual diário.
Todos merecem essa rotina de bem querer.
Nada é mais gostoso que se queimar ao sol da paixão.
Esse fogo provoca os mais repentinos e intensos arrepios.
O outono traz desejos e sentimentos.
Trouxe uma chuva de inspirações que vagueiam em meu coração.
Despertou ainda mais a minha ânsia de viver e amar.
Que essa chuva de amor se faça presente em nossas vidas, não apenas no outono,
mas durante todas as estações!
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